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ATENDENDO A SUA DESILUSÃO

"... Atendendo a sua desilusão Atendendo a sua desilusão..." (uma canção antiga.... Finis Africae) E ele não sabia de nada. Absolutamente nada. Um bobo. Um tolo. Otário. Um apaixonado por um amor vão. Um amor em vão. Em vão. Um apaixonado por um amor de nada. Nada. Um amor de nada. Um amor em vão. Muito em vão. Um tolo. Um bobo. Ele. Sempre ele e seus cabelos longos e morenos. Muito. Um mouro. Um americano. Um ele.... Sempre atendendo a desilusão. Desilusão alheia. Alheia. Sempre assim. Mas ele ainda era apaixonado por ela. Apaixonado. E ela? Não. Definitivamente não. Apesar da pele de princesa, das tatuagens insanas e de tudo mais. Não... Definitivamente não. E... mais uma noite claro. Muito em claro... Muito em claro...

NADA...

Não. Nada. Chuva? Nenhuma. Nada. Porra nenhuma. Porra alguma. Nada. Nada. Como uma canção da banda Felini. Que você sequer conhece. Inútil. Otária. Nada. Apenas nada. Nada. Exceto a chuva. Que caía como um castigo. Como um trágico castigo. Demasiado forte. Demasiado tudo. Forte. Tudo. Não. Nada. Chuva? Nenhuma. Nada. Porra nenhuma. Porra alguma. Nada. Nada. Como uma canção da banda Felini. Que você sequer conhece. Inútil. Otária. Otário. Os dois. Nada. Apenas nada. E o sentimento? Apenas amor e canções afins. Apenas amor e... o que for. O que seja. O que seja... O que seja...

NÃO. NÃO...

Não. Não se pode pensar assim. Não. Sem preconceito, sem jeito, sem dúvida, sem defeito. Sem PORRA nenhuma. Nada. Não. Não se pode pensar assim. Não. Sem Definitivamente não. Sem preconceito, sem jeito, sem dúvida, sem defeito. Sem PORRA nenhuma. Nada. Não se pode pensar assim. Nem com vodka ou cerveja ou algum outro destilado. Não. Não se pode pensar assim. Não. Sem preconceito, sem jeito, sem dúvida, sem defeito. Sem PORRA nenhuma. Nada. Deve mirar seu estilo. Deve mirar seu conceito. Deve mirar seu foco. Deve mirar... Tudo. Não. Não se pode pensar assim. Não. Não mais. Sem preconceito, sem jeito, sem dúvida, sem defeito. Sem PORRA nenhuma. Nada.Não. Apenas você e nada mais. Nada mais. Não se pode pensar assim. Não. Não mais. Não mais. Sem preconceito, sem jeito, sem dúvida, sem defeito. Sem PORRA nenhuma. Nada. E ele? Apenas estava morto em seu carpete. Sem ida. Sem vinda. Sem culpa. ...

O ESPARTILHO. E TUDO O MAIS. TUDO O MAIS. QUE SE PODE MOSTRAR E DESEJAR. TUDO. O QUE PODE EXISTIR A MAIS... A MAIS...

Tudo mais. Tudo. Tudo a mais. Tudo à mostra. Tudo muito à sobra. Tudo sobra. Tudo e nada. Tudo. Nada. Vontades e desejos e frestas. Muitas frestas. Tudo mais. Tudo a mais. Tudo o que se desejava ver. Coxas, pernas, calcinhas, lingerie. Meias. Tudo o mais. Tudo a mais. Tudo. Mais do mesmo. Muito de tudo. Muito do mesmo. Muito de tudo... E ele? Apenas um bobo que não sabia o que fazer. Não sabiar para onde correr. Um bobo. Um tolo. Mais do mesmo. Muito de tudo. Muito do mesmo. Muito de tudo... Apenas ele. Apenas... ele...

O QUE SE PRECISA PARA SER FELIZ. TUDO... apenas tudo

Tudo. Tudo permitido. Tudo consentido. Tudo consentido. Tudo permitido. Consentido. Muito consentido. Muito. Liberado. Lindo. Lindo e liberado. Livre. Eles. Mas, apenas um amor. Apenas um. Incondicional. Um amor incondicional. Apenas um amor. Apenas um. Incondicional. Lindo. E deles. Do casal. Apenas deles. Tudo. Tudo permitido. Tudo consentido. Consentido. Muito. Lindo. Liberado. E livre. Muito livre. Muito livre. E apenas... feliz... muito feliz...

TUDO. APENAS TUDO.

E nada disso era muito. Nada disso era pouco. Delírios, desejos e vontades. Ele. Apenas ele. E nada disso era muito. Nada disso era pouco. Delírios, desejos e vontades. Ele. Apenas ele. Vontade de beijar. Vontade de sangrar. Apenas ela. Apenas ele. Dois doidos. E nada disso era muito. Nada disso era pouco. Delírios, desejos e vontades. Ele. Apenas ele. Ela? Apenas ela. Apenas pernas deliciosas. Lindas. Gordas e grossas e deliciosas. E nada disso era muito. Nada disso era pouco. Delírios, desejos e vontades. Ele. Apenas ele. Vontade de beijar. Vontade de sangrar. Vontade de tudo mais. Deliciosamente tudo mais. Tudo mais. E nada disso era muito. Nada disso era pouco. Delírios, desejos e vontades. Ele. Apenas ele. E nada disso era muito. Nada disso era pouco. Delírios, desejos e vontades. Ele. Apenas ele. Vontade de beijar. Vontade de sangrar. Sangrar... Muito...

NADA. APENAS... NADA...

E ela apenas não queria isso. Nada disso. Nada. Nada disso. Beijos, forças e vontades. Muitas beijos. Muita força. Pouca vontade. Muito pouca. Muito pouca vontade E ea apenas não queria isso. Não. Definitivamente não. Não. Vontade era o que sobrava. Muita vontade... Muita vontade...