24.1.17

E NADA..


E nada.
Nada era assim.
Nada era assim.
Na realidade.
Não.
Nada era assim.
Nada.
Apenas os lábios molhados.
Os suores apaixonados.
O tudo.
Ou...
Nada.
Mas, nada era assim.
Nada.
E ela, com as coxas grossas e suavemente tatuadas, apenas gostava.
Nada era assim.
Nada.
Com exceção dos lábios molhados.
Todos eles.
E os suores?
Eram pura paixão.
E delírios que ela adorava ter.
Adorava ter.
Delírios de som, fúria e paixão.
Som, fúria e paixão...

          

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